Hoje, eu fui acompanhar a finalização de um dos house-organs que faço com minha "chefitcha". E é lá em Santo Amaro, z/s, e eu moro na z/o. Para chegar lá, pegamos um trânsito básico na Faria Lima, mas não era horário de pico. Para voltar, peguei ônibus, porque a chefitcha foi buscar o filho na escola. Fugi do congestionamento da Faria Lima, gastei uma conduçao a mais, mas cheguei antes e não peguei o bus lotado. No primeiro ônibus, sentou uma menina do meu lado, que não parava de conversar com o colega de trabalho. Eitâ, voz irritante. E ela não parava, eu olhava para o movimento da rua, reparando em tudo o que podia, tentei me distrair, mas aquela voz ao meu lado, não me permitia isso. Ódio mortal. E pior, o ônibus não tinha janela, porque tinha ar-refrigerado ou condicionado (sei lá). E eu estava me sentindo sufocada, queria tanto uma janelinha. Só para me imaginar com a cara para fora e o ventinho gostoso batendo em meu rostinho. Mas não, só tinha aquela voz muito inha pro meu gosto.
Depois no segundo, resolvi me concentrar na conversa de dois homens, que pareciam ter entre 20 e 25 anos, mas que 30 nem pensar. Achei a conversa boba demais, mas não tinha mais ninguém conversando perto de mim. Aliás parecia que só eles se conheciam no ônibus. Eles falavam de nomes estranhos e riam, na verdade, um deles ria mais que o outro. Talvez, por ser o mais bobo.
- Minha prima queria colocar o nome do filho dela e "Uverton", em homenagem ao melhor amigo dela. rs dele
- Como?
- Ueverton, mas nasceu uma menina, a Ana Clara.
- Bem melhor.
- Mas na segunda ela zuou, colocou Joanamara.
Depois, eles resolveram falar de futebol. Desisti de escutar. Não que o outro assunto fosse melhor, mas era engraçado escutá-los conversando sobre isso.
Sabe o pior de tudo isso, eu tinha um livro dentro da minha bolsa. Sairia ganhando se tivesse lido o livro. Mas conversas alheias são conversas alheias e nem sempre podemos escutar uma. Muito menos, uma tão nada a ver quanto a de hoje.
E agora vou assistir "Meninas Veneno". Qq dia eu e a Agrado vamos lá dar palpite na vida alheia, porque para isso não precisa de diploma, todos nascemos sabendo.
Depois no segundo, resolvi me concentrar na conversa de dois homens, que pareciam ter entre 20 e 25 anos, mas que 30 nem pensar. Achei a conversa boba demais, mas não tinha mais ninguém conversando perto de mim. Aliás parecia que só eles se conheciam no ônibus. Eles falavam de nomes estranhos e riam, na verdade, um deles ria mais que o outro. Talvez, por ser o mais bobo.
- Minha prima queria colocar o nome do filho dela e "Uverton", em homenagem ao melhor amigo dela. rs dele
- Como?
- Ueverton, mas nasceu uma menina, a Ana Clara.
- Bem melhor.
- Mas na segunda ela zuou, colocou Joanamara.
Depois, eles resolveram falar de futebol. Desisti de escutar. Não que o outro assunto fosse melhor, mas era engraçado escutá-los conversando sobre isso.
Sabe o pior de tudo isso, eu tinha um livro dentro da minha bolsa. Sairia ganhando se tivesse lido o livro. Mas conversas alheias são conversas alheias e nem sempre podemos escutar uma. Muito menos, uma tão nada a ver quanto a de hoje.
E agora vou assistir "Meninas Veneno". Qq dia eu e a Agrado vamos lá dar palpite na vida alheia, porque para isso não precisa de diploma, todos nascemos sabendo.
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